quinta-feira, 28 de abril de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
Dois
Um sol e um segredo
E um grito que há tempos te acompanha
Uma lua que é lua à noite
E sombra de dia
Um silêncio que a água rompe
Um fogo, que de todos os fogos,
É o que eu quero
Os dias de abril e as noites de janeiro
Minha sombra, tua voz e o caminho
O destino infinito e os olhos
A chuva e as gotas
Um nome que é meu e teu
Um número par, o primeiro.
A dor(ação)
Dói receber o castigo
De jamais beijar teus lábios
Percorrendo labirintos
Que levam à desilusão.
Dói não ter teus abraços
Repletos de ternura
Chorando todas a noites
Sem teu amor e tua doçura.
Dói, amor, dói tanto
Que já não estejas mais ao meu lado
Implorando velhos tempos
À minha mente e ao passado.
Dói saber que tu te fostes
Para sempre, sem regresso
Seu olhar para o vazio
E minha boca...
Sem teus beijos.
De jamais beijar teus lábios
Percorrendo labirintos
Que levam à desilusão.
Dói não ter teus abraços
Repletos de ternura
Chorando todas a noites
Sem teu amor e tua doçura.
Dói, amor, dói tanto
Que já não estejas mais ao meu lado
Implorando velhos tempos
À minha mente e ao passado.
Dói saber que tu te fostes
Para sempre, sem regresso
Seu olhar para o vazio
E minha boca...
Sem teus beijos.
Mentes e mentes
Observe os raios da tormenta e deixe que chovam lágrimas, mas não espere escutar o vazio quando tocas o chão.
Ouves? São abraços dos que te amam.
Agora, olhe atentamente a lua quase apagada na noite, amanhã quando escurecer estará um pouco mais cheia.
Escutas? Lindos sorrisos que te cercam.
O céu clareia, pára de chover e a lua novamente podes ver.
Perto ou longe, sem presentes nem objetos de recordação.
Estás esperando o que acontecerá no amanhecer seguinte.
Com quem tu dormirás, com quem tu levantarás, quem verás, quem beijarás, quem abracarás, com quem passearás, com quem falarás.
A noite já desapareceu.
A nova vida já começou.
Queres escapar para voltar ao passado, àquela vida, a essa noite, e ficar, ficar e não despertar jamais.
Sentes? O ar sobre você, a cada minuto e a cada momento.
E assim segues...
Não te vês? Eu também não.
Memórias, sempre presentes, sempre em nossas mentes.
E mentes.
Ouves? São abraços dos que te amam.
Agora, olhe atentamente a lua quase apagada na noite, amanhã quando escurecer estará um pouco mais cheia.
Escutas? Lindos sorrisos que te cercam.
O céu clareia, pára de chover e a lua novamente podes ver.
Perto ou longe, sem presentes nem objetos de recordação.
Estás esperando o que acontecerá no amanhecer seguinte.
Com quem tu dormirás, com quem tu levantarás, quem verás, quem beijarás, quem abracarás, com quem passearás, com quem falarás.
A noite já desapareceu.
A nova vida já começou.
Queres escapar para voltar ao passado, àquela vida, a essa noite, e ficar, ficar e não despertar jamais.
Sentes? O ar sobre você, a cada minuto e a cada momento.
E assim segues...
Não te vês? Eu também não.
Memórias, sempre presentes, sempre em nossas mentes.
E mentes.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
Pensamentos Soltos VII
Respiro, silencioso, audacioso,
sem controlar o tempo.
Ao teu lado, amor,
o tempo é só um "game".
sem controlar o tempo.
Ao teu lado, amor,
o tempo é só um "game".
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Constatação
De tanto pensar, não penso.
De tanto sentir, não sinto.
E de tanto pensar que te sinto
Às vezes sinto que te sinto...
E embora hoje não te sinta,
Eu penso e penso.
Penso no que sinto
e sinto o que penso...
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